Comunicaçao Não Violenta – Curso de Gestão de Pessoas.

Comunicaçao Não Violenta – Curso de Gestão de Pessoas.

A Comunicação Não Violenta começa por assumir que somos todos compassivos por natureza e que estratégias violentas – se verbais ou físicas – são aprendidas, ensinadas, apoiadas pela cultura dominante e expressas em nossas formas de comunicação como efeito colateral do stress que destrói nossa empatia de uns pelos outros. A consequência natural são relacionamentos pobres, improdutivos e desonestos.

A frase acima de Marshall Rosenberg, PHD em psicologia clínica pela Universidade de Wisconsin traduz bem o profundo impacto que nosso modo de vida e cultura tem em nossas formas de comunicação.
Há 60 anos Rosenberg começou a trabalhar como orientador educacional em escolas e universidades que abandonavam a segregação racial nos EUA, uma tarefa titânica para um jovem acadêmico que lutava contra uma construção cultural hedionda, mas bastante sedimentada nos corações e mentes de seus contemporâneos.
Durante este período tenso Rosenberg fazia a arbitragem e treinamento em técnicas comunicativas entre membros destas instituições. Foi neste pano de fundo que desenvolveu um método comunicativo chamado Comunicação não-violenta.

 

A comunicação é muito mais do que parece e é uma das características mais notáveis de qualquer líder maduro.
No Curso de Gestão de Pessoas é fundamento para a construção da movimentação coletiva em torno de um objetivo, uma forte redutora de atritos e uma poderosa construtora de significados coletivos.

O conceito de comunicação não violenta é um passo adiante para a construção do alinhamento entre pessoas, sem dúvida um avanço e um estímulo para pensarmos no que consiste nosso discurso ao pretendermos que haja um interlocutor para nós. A Palestra de Liderança explora bem esta nuance da interlocução e seus obstáculos em nossas formas de alinhamento.
Mas vamos adiante, o que acontece para que um acadêmico da envergadura de Rosenberg perceba que há a necessidade de estudarmos este conceito. Só pode ser a existência da comunicação agressiva ou, no mínimo, não empática.
E o que existe atrás de uma comunicação não empática? A atenção máxima no Ego e o desinteresse máximo pelo interlocutor. Uma lógica que coloca líderes contra a parede.
Alguma vêz já conversou com um líder que ao se comunicar se preocupasse com :

  • Distinção entre observações e juízos de valor?
  • Distinção entre sentimentos e opiniões?
  • Distinção entre necessidades (ou valores universais) e estratégias?
  • Distinção entre pedidos e exigências/ameaças?
  • Muito bem são estes os fundamentos da comunicação não agressiva.

    Qual a importância da comunicação não agressiva para as lideranças?

    Até poucos anos, quando o conceito de liderança estava mais associado à performance e resultados, a preocupação com a comunicação não agressiva era quase que inexistente nos portfólios das Empresas de Treinamento. A comunicação era tema para abordagens mais estratégicas e técnicas do que humanizadas.
    Ao observar o interesse pelo desenvolvimento humano como um dos vetores do desenvolvimento organizacional, o enfoque das organizações na preparação de profissionais começou à assumir um viés humanizado. O Curso de Liderança deixou de lado o líder agressivo, o realizador arrogante e individualista. Trocou-o pelo líder agregador e o realizador que une, incentiva e desenvolve outras pessoas. Uma mudança bem radical. O Curso de Gestão de Pessoas também saiu de seu escopo técnico dos anos 80 e seguiu pelo mesmo caminho humanizado.

    O Treinamento Empresarial mudou muito suas abordagens nos últimos anos em função das mudanças culturais provocadas pela hiper-conectividade e a necessidade de alinhamento corporativo com pessoas de várias matrizes culturais diferentes. Um efeito colateral da tecnologia que os ludistas modernos desprezam ou não percebem.
    Esta aproximação entre pessoas e organizações fêz com que a percepção de que nossas formas de comunicação poderiam ser mais evoluídas, viessem à tona do estudo comportamental. Não que nossas formas de comunicação fossem jurássicas, afinal avançamos até aqui nos comunicando do jeito que sabemos.

    Porém para liderar num ambiente novo e com pessoas de diferentes modelos culturais orbitando em torno da mesma atividade empresarial e entrelaçadas tão intrinsecamente como em nossos dias, a liderança tem a necessidade de assumir uma nova forma de comunicação, que permita que várias mentes diferentes e oriundas de matrizes culturais diferentes entendam a cultura corporativa, os comportamentos necessários, os objetivos sólidos e unam forças como num único e equilibrado organismo empresarial. Uma tarefa que podemos considerar das menos fáceis e que pode ser facilitada com o domínio de técnicas de comunicação não agressiva.
    Tudo indica que é um tema que veio para ficar e há organizações que já desenvolveram matérias específicas sobre a comunicação não violenta ou não agressiva. O Treinamento In Company é ideal para exercícios de comunicação não violenta, pois aproxima colaboradores de diferentes matizes culturais num mesmo ambiente e, normalmente em grupos pequenos, aonde fica mais fácil a replicação de situações do dia à dia que merecem uma abordagem sob o foco da comunicação e suas possibilidades.

    Um tema que merece atenção e interesse das lideranças.

     


    Fonte da Matéria : TrainerBr

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