Colaboradores e seus Papéis – Treinamento In Company

O Treinamento In Company e a Inovação.

O Treinamento In Company do séc XXI, além da função de transmissão de conhecimentos relevantes às organizações, tem um papel particularmente importante aos colaboradores, que é a reciclagem do conceito que tem sobre o seu próprio papel nas organizações.
As Empresas de Treinamento e Desenvolvimento do Séc XX gestaram a produtividade e excelência dos funcionários, a do séc XXI já gestou o Stakeholder. O Stakeholder não é o trabalhador substituível fácilmente, não é a mão de obra que não agrega valor, é alguém interessado na organização e que ocupa-se, além das tarefas, em desenvolver o meio no qual está inserido, um passo além no relacionamento com a organização. Porquê esta mudança? Vamos entender melhor.

Guardadas as devidas proporções pode considerar que o trabalhador braçal dos sécs XVIII e XIX foi substituído pelas máquinas e o trabalhador produtivo que comanda as máquinas do Séc XX, que está em vias de sua substituição por algoritmos inteligentes, terá de se transformar num Stake Holder.
Ferramenteiros, Apontadores de Produção, Operadores de Kardex, Analistas de Estoques, Datilógrafos e uma série outra de profissões já se foram, não existem mais Empresas de Treinamento e Desenvolvimento que formam esta mão de obra e a fila das profissões que estão na iminência de tornarem-se extintas é grande.
Isto muda as relações do homem com a organização, as organizações não ressentem-se de pessoas para fazer as tarefas, pois sabem quais são, como fazê-las e dispôe da tecnologia para fazê-las. Os desafios são enormes, pois se o papel das pessoas como realizadoras de tarefas vai ficando cada vêz menos relevante nas organizações, então que papéis o homem pode e deve assumir diante destas organizações? A resposta é o papel de Stakeholders.

 

Esta é uma das questões mais vistas em nossa atualidade e o Treinamento In Company do nosso tempo ajudará na resposta.
Uma coisa é fato, se o homem é mutável, suas relações também são. Se empresas são mutáveis suas relações com os homens também o são e podem gestar algo novo que seja diferente do passado, aonde as empresas contratavam realizadores de tarefas.
Este algo novo ainda não tem suas dimensões definidas mas já sabemos que é uma relação entre partes interessadas ou Stakeholders.

Esta é a tônica do Treinamento In Company de nossos tempos, ajudar as partes interessadas de uma organização à construírem um relacionamento produtivo e sustentável. Seria uma inversão completa das relações, que comumente entendemos entre pessoas e organizações ? A resposta é sim.

Já fizemos isto anteriormente e somos convidados pelo nosso desenvolvimento a fazer novamente. Há poucos anos estas relações eram totalmente diferentes. No mundo feudal não se contratava uma atividade, tendo em vista um trabalho determinado com remuneração fixa, mas a pessoa, ou antes a sua fidelidade. Em retribuição, se oferecia subsistência e proteção, no pleno sentido da palavra. Tal era a essência do liame feudal e sua relação com o trabalho. Tudo mudou, se desenhou algo novo, a sociedade industrial. Na sociedade industrial estas relações mudaram, a fidelidade do colaborador já não foi tão fundamental, mas sim sua expertise e assim viemos até os dias de hoje. Hoje algo novo se está desenhando, mas precisa ainda definir-se como um caminho bom para todos, o mesmo aconteceu na sociedade industrial. Cada tempo com seus desafios.

Hoje o Treinamento In Company não prepara mais pessoas para a sociedade industrial, elas já estão prontas pela cultura de nossa época, o que o Treinamento In Company procura fazer é preparação de colaboradores e empresas que darão os próximos passos e gestarão uma nova relação, uma nova forma de se fazer as coisas e que permita que nosso modo de vida siga adiante.

Uma das razões por que o Desenvolvimento de Liderança mudou tanto nos últimos anos, não há mais necessidade da formação de líderes para a produtividade, mas de líderes para a criatividade e inovação, este é o objetivo de qualquer Curso de Liderança atualizado. O Treinamento In Company do Séc XX focou-se em colocar sempre a posição do líder como aquele que está em primeiro lugar, competindo melhor e com mais eficácia. Ao lançar um olhar atento ao que acontece hoje, o Treinamento para Empresas que forma líderes já está mudando um pouco esta proposição e passa à posicionar o líder como aquele que tráz a inovação ou uma nova forma de se fazer as coisas, independentemente de estar em primeiro lugar ou não e, sempre, coletivamente. Este é o desafio de nossos tempos.

 


Fonte da Matéria : TrainerBr

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