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Liderança Quântica

Esclarecimentos sobre a proposição da Liderança Quântica – Visão da TrainerBr.

Fomos questionados em algumas oportunidades sobre o que é a liderança quântica, tanto por trainees quanto através da academia. Na primeira vêz, recebemos a pergunta através da academia e decidimos pela resposta individual e não publicada e, posteriormente, para os trainees a resposta imediata e pessoal no momento das perguntas. Entretanto decidimos por esta publicação pela repetição da mesma pergunta em oportunidades diferentes.

Partimos do princípio que o termo “quantico” deriva da mecânica quântica que é o ramo teórico da física que estuda todos os fenômenos que acontecem com as partículas atômicas e subatômicas, ou seja, que são iguais ou menores que os átomos, como os elétrons, os prótons e outras partículas que não podem ser estudadas sob a ótica da física clássica, pois não são influenciadas pelas leis que a compõe, como a gravidade, a lei da inércia, ação e reação e etc.
No tocante a uma proposição da liderança quântica, já investigamos sobre este tema anteriormente. Esta abordagem é um pouco complexa e iremos dá-la em algumas partes bem distintas.

Liderança Quântica

A primeira e mais objetiva das partes dará uma resposta imediata. Esta resposta é:

Todo o material que investigamos a respeito da proposição da liderança quântica (e não foi pouca coisa) acaba no mais do mesmo, por muitas vezes flertando com o metafísico ou o deslumbre com o imponderável. Não tráz nenhuma novidade a não ser o nome “quântica”, como que uma qualificação diferenciadora e nova. Em nossa visão é apenas um apelo do marketing para chamar a atenção pública em um ambiente cultural ávido por novidades e inovações, e que tem como objetivo sensibilizar os menos informados a respeito do tema.

Em nosso espectro de conhecimento, não temos motivos para reconhecer algumas proposições em torno da liderança como válidas e não é somente o caso da liderança quântica, há várias outras similares.
Vivemos num mundo especialista na produção do que é “fake” à guisa de os propor como novas descobertas que trazem novos recursos, antes não detectados. Esta propostas são lançadas num terreno fértil sedento de fórmulas inovadoras e prontas para uso imediato e sempre encontram alguns indivíduos que as identificam como tal.
Portanto descartamos estas proposições de nossas abordagens e consideramos como conceitos inválidos. Resumindo, e pelo que já investigamos a respeito, não é o foco de nossas abordagens e desenvolvimentos futuros. Julgamos que não valha a pena investir em alguns conceitos e este é somente mais um deles.

Esta é nossa posição, estritamente de nossa empresa e de nossa responsabilidade.
Entretanto nos cumpre a tarefa de expor com clareza as razões de nosso posicionamento a respeito desta proposição sobre a liderança. Não se posiciona de uma forma objetiva diante de qualquer proposição quem não tem argumentos, ou informação para tal, e é o que faremos a seguir, a exposição de fatos e argumentos que embasam nossa posição.

Razões Culturais – O Quântico e a Contra-Cultura

Daremos nosso posicionamento baseados em fatos, argumentos e observações. Certos ou errados é assim que vemos a questão da liderança quântica.
O uso exacerbado do termo “quantico”, parece um respingo cultural do esoterismo dos anos 60, mais especificamente da América e Inglaterra. Mas temos de lhe explicar o porquê o esotérico tem de relação com a mecânica quântica, mesmo que tal relação seja fruto somente de um fenômeno cultural específico e falaremos um pouco de história.

Temos de recuar um pouco e entender os fenômenos culturais que borbulharam no final dos anos 50, anos 60 e começo dos anos 70 na América e Inglaterra. Os EUA e Inglaterra eram caldeirões culturais efervescentes, aonde o misticismo oriental, misticismo xamânico, esoterismo e outras proposições iniciáticas acabaram por associar-se com a contra-cultura, o que acabou por marcar o pensamento de toda uma geração. Além do rock´n´roll, o feminismo contemporâneo, o enfrentamento do establishment, a luta pelos direitos civis e outras coisas bacanas, a contra cultura também teve seus efeitos colaterais, que foi a exacerbação do que é novo sem muito controle de qualidade. Esta explosão criativa, apesar de ter sido marcante, importante e rica experimentalmente, também teve alguns efeitos colaterais negativos.

No meio deste caldeirão cultural efervescente encontravam-se as proposições (antagônicas entre si) de Albert Einstein e Niels Henrick David Bohr no tocante a mecânica quântica, blocos de construção da matéria e a natureza da realidade. Este é um tema bem complexo que não iremos expor aqui. Para que entenda melhor esta questão recomendamos o documentário The Secrets of Quantum Physics – The Einstein´s Nightmare aonde o professor Jim Al-Khalili (pai iraquiano e mãe inglesa) formado em física pela universidade de Surrey e pós doutorado na Universidade de Londres explicará esta questão muito melhor do que nós. Encontrará facilmente este documentário acessando o you tube ou sites das próprias universidades aqui mencionadas.

O resultado deste antagonismo (em favor da proposição de Bohr) acabou por gerar um problema filosófico-científico em torno da natureza da realidade. A filosofia científica resumidamente é a área da filosofia que pergunta sobre a ciência, de quais ideias parte, qual método usa, sobre quais fundamentos e acerca de suas implicações. Apesar destes problemas gerais, muitos filósofos escreveram sobre a biologia (Aristóteles), a matemática (Platão) e a física (Leucipo – Criador do atomismo segundo Aristóteles). Não apenas se utiliza a filosofia para pensar a ciência, também se utiliza a ciência para pensar a filosofia, afinal filosofia é compreendida como “amor pelo saber”.
Nesta mesma época e no início dos anos 70, jovens físicos e cientistas que respiraram este ambiente new age e diante do problema gerado pelo antagonismo entre Einstein e Bohr (e sua consequência filosófico-científica em torno da natureza da realidade) começaram a escrever obras de cunho filosófico-científico (muitos deles misturando mecânica quântica com o misticismo oriental), e surgiram livros como:

1975 – “O Tao da Física” e “The Turning Point” de Fritjof Capra. (Universidade de Viena)
1979 – “A Dança Dos Mestres Wu Li” de Gary Zukav. (Universidade de Harvard)
1975 – “Além do Espaco/Tempo – Em Direção de uma Explicação do Inexplicável ” de Bob Toben e Fred Alan Wolf (Universidade da California)

Somente para citarmos os mais populares.
Alguns físicos da época até se submeteram a experiências, digamos um pouco lisérgicas, embalados pelo ambiente cultural e de seu contato com autores icônicos na época como o antropólogo peruano (naturalizado americano) Carlos Castaneda, o próprio Capra admitiu isto e o colocou no prefácio de seu livro “O Tao da Física”. Não que isto tenha decretado a nulidade de suas reflexões e proposições, mas mostra com clareza do ambiente bem efervescente que se respirava naquele momento cultural.
As reflexões trazidas nos livros são interessantes, entretanto percebemos que são de cunho pessoal e uma visão muito particular das implicações que traz a mecânica quântica ao se pensar a filosofia, tendo como princípio este viés. Enfim, este material apesar de interessante não é um material definitivo e deixa muita coisa em aberto. Vale a pena lê-los, mas tenha em mente que são elucubrações pessoais e de cunho especulativo realizadas por mentes científicas muito bem preparadas e super-excitadas pelo momento cultural. Flertam com as crenças de uma forma inteligente e sedutora, entretanto não são nada além das percepções pessoais de seus autores e não reconhecidas pelo main-stream filosófico da época.
Estes livros foram um sucesso de vendas na época e seus conceitos popularizados para toda uma geração.

Esta nova linha de pensar a filosofia-científica, no tocante aos novos desafios trazidos pela mecânica quântica, acabou repercutindo culturalmente, também, no ambiente acadêmico da época e naturalmente ganhou detratores e defensores.
Enfim são proposições polêmicas mesmo, não é perda de tempo conhecê-las, entretanto cuidado ao lê-las para não tomá-las como filosofia aceita pelo main-stream filosófico. São apenas perspectivas pessoais amparadas por conhecimentos específicos da mecânica quântica e tem suas complexidades a serem levadas em conta.

O Pop, o Quântico e os Espertos.

Os anos 60 acabaram. Entretanto, a onda esotérica dos anos 60 não perdeu sua força, nos anos seguintes continuou com fôlego, parece que somente John Lennon achou que o sonho acabou mesmo.
Por se tornarem populares, muitas destas obras acabaram alimentando uma massa de interessados (alguns oportunistas e outros deslumbrados) em trazerem estes conceitos para o universo cotidiano e para dentro das proposições de terapias, filosofias de vida, seitas e também para o desenvolvimento de pessoas, de toda sorte que possa imaginar.
Apropriando-se de pequenas partes (mais especificamente sobre a natureza da realidade, esta era a preferida) e reflexões propostas nestas obras, pessoas que não dominavam nem a física clássica de Newton e Laplace acabaram por elaborar sobre o universo quântico e suas possibilidades.

Parece meio non-sense, mas isto aconteceu às pencas e de forma descontrolada. O mercado editorial não deu bola para isto e resolveu editar o que vende, também nada mais natural. O filtro deve ser de quem compra e as editoras sabem muito bem disto.

Uma coisa é Fritjof Capra dissertanto no “Tao da Física”, pode-se até não concordar com o ali proposto, mas vale a pena conhecê-lo e refletir sobre o que dele deriva.
Outra coisa, bem diferente, é um indivíduo qualquer que leu o “Tao da Física” e não entendeu quase nada, apenas algumas proposições básicas, associar o que ali está descrito com sua atividade, qualquer que seja. Não é proibido e nem ilegal fazer isto, mas as chances da inserção de erros e distorções são enormes, para não dizer 100%.

O resultado não poderia ser outro a não ser as mais diversas proposições, sem pé e nem cabeça, que se possa imaginar. Entretanto aproveitando-se de um ambiente contemporâneo ávido por novidades, algumas proposições continuaram com fôlego e acabaram gestando coisas como:

Emagrecimento quântico, dietas quânticas, sexo quântico, terapias quânticas, sucesso quântico, curas quânticas de todas as espécies e, claro, não poderia deixar de sobrar para o treinamento empresarial, surgem assim:

PNL com Física Quântica, Liderança Quantica, Treinamentos Vibracionais Quânticos, Coaching Quantico e por aí vai numa miríade de proposições e abordagens em torno do desenvolvimento humano que faz um bacharel parecer um escoteiro. Pasme, mas surgiram até palestras de motivação quântica e os profissionais que se propôe a tal empreitada se auto-intitulam “Motivadores Quânticos Empresariais” ou outro têrmo bem próximo disto.

Ao final de sua vida Albert Einstein escreveu:
Todos estes 50 anos de busca não me levaram mais perto para uma resposta da questão – O que são os quanta?
Quem acha que sabe esta resposta, está enganado.


Depois de uma afirmação deste calibre, não faltaram candidatos para transformarem a mecânica quântica no que lhes fosse mais conveniente (exceto os físicos por vocação, que são poucos diante de tantos deslumbrados) e, por uma coincidência, para fazer um dinheirinho também. Acima demos somente uma pequena amostra deste deslumbre pop em afirmar que algo é quântico para se tirar alguma vantagem disto, mesmo que não se tenha a vaga idéia do que se está realmente afirmando.

Muitas coisas ficaram Quânticas.

De lá para cá tudo virou mais ou menos quântico e explora uma nuance dos relacionamentos humanos que parece cômica, mas acaba sendo trágica.
Acaba mais ou menos na situação de pessoas falando de coisas que não conhecem para outras que também não conhecem as mesmas coisas, e tudo acaba na mesma.
Se quem fala não sabe o que está falando e quem ouve não sabe o que está ouvindo, não há graves riscos para ambas as partes, pelo menos no tocante ao tema liderança quântica. Para outros temas a coisa pode ser bem diferente.
Max Planck não tinha a mínima idéia do que a cultura pop faria com suas descobertas. De fato em sua época não existia uma cultura pop como a conhecemos em nossos dias.

Por esta razão é que entendemos que este tema nos parece mais com um respingo de um modismo esotérico (iniciado lá pelos anos 60/70) que se associou ao pensamento de algumas obras de cunho filosófico-científico (bons livros diga-se de passagem, mas não para se inventar filosofias, terapias ou treinamentos) escritas no mesmo período, e esta fórmula confusa perdura até hoje.
Não vemos sentido num sincretismo pop descontrolado desta natureza, entretanto cada um é livre para se ligar ao que deseja ou o que lhe faz sentido, mesmo que não tenha solidêz em seus alicerces. O homem é livre para escolher, com mais ou menos critério, aquilo que deseja para si, ou o que julgar que possa resolver suas precariedades.
Vemos também este fenômeno como algo natural, não que estejamos endossando-o, mas sim por observar que a cultura de massas funciona assim mesmo. Há uma queda na profundidade das proposições (ou reflexões) originais e em sua qualidade investigativa quando esta mesma se propaga descontroladamente num ambiente pop ávido por novidades. Como efeito colateral alguns indivíduos espertos e ávidos por fazerem dinheiro com novidades acabaram ganhando espaço.

Recomendamos que vá as fontes, leia os clássicos e poderá perceber o que deles derivou na forma de conhecimento a ser aplicado, ou ainda se derivou em outra coisa sem muita forma ou fundamentos sólidos. Agora, se você não tiver tempo para isto ficará a mercê do que ai está, não tenha ilusões a respeito e esta será a sua condição.

Em nossa percepção tais proposições quânticas pop se aproveitam da falta de conhecimento e da falta de disposição da maioria dos indivíduos para a realização de estudos prolongados e profundos sobre a natureza humana, suas nuances e suas relações. Dá trabalho, demanda tempo, reflexões e não é uma tarefa fácil para ninguém.
Quando surge alguém afirmando que o fêz e facilitará a compreensão de todos para uma descoberta espetacular e inovadora, claro desde que se pague uma quantia para tal, consegue convencer com um discurso interessante (mesmo que um pouco difuso) e adiciona alguma perfumaria nas formas, o sucesso está garantido e o faturamento também.

É assim que vemos a liderança quântica e outras proposições similares. Talvêz veja alguma crueza em nossas observações, entretanto liderança e desenvolvimento humano são coisas sérias demais para deixarmos por conta dos modismos de época ou de oportunistas (ou deslumbrados) que leram meia dúzia de livros e desejam fazer algum dinheiro com isto.

A responsabilidade da Empresas de Treinamento.

Como empresa de treinamento nos vemos na obrigatoriedade de transmitir conhecimentos que são aferíveis, reconhecidos e replicáveis nos abstendo de elaborar sobre temas e proposições que o trainee não alcançará em seus fundamentos e não poderá replicar com segurança no seu dia a dia organizacional, ou mesmo em sua vida privada.

O desenvolvimento de liderança embasado em conhecimentos que não podem ser replicados, compreendidos e intelectualizados coloca a liderança no patamar do efeito lotérico. Liderança, então, torna-se uma loteria aonde todos jogam e somente poucos ganham. Não parece algo razoável e nem que valha a pena se investir.
Quando se trata de temas conceituais, vemos que há uma abertura de horizontes de possibilidades sem muito controle, o que faz com que surjam proposições inúmeras e que, apesar de possuírem um discurso articulado, não dispõe de fundamentos sólidos e aferíveis. Com o treinamento de liderança não é diferente.

Empresas de treinamento empresarial que não primam por tais responsabilidades, acabam falhando em sua missão de serem disseminadores de conhecimento e desenvolvimento coletivo.
O que queremos dizer, claramente, é que quem ensina o que é liderança não pode ensinar suas crenças pessoais a guisa de conhecimento, com a proposição de serem conhecimentos tácitos e inatacáveis.
Não somos contra nenhuma crença pessoal, entretanto crenças são crenças e não podem serem disseminadas como conhecimento. Imagine o que seria a ida a um cardiologista, ou a um neurocirurgião, num cenário aonde os profissionais fossem livres e desimpedidos para aplicarem suas crenças pessoais em substituição a um tratamento definido, controlado, fiscalizado e consolidado pelo ambiente que o produziu? O que o faz pensar que com um treinamento empresarial, como o treinamento de liderança, esta postura seria menos irresponsável?

O Treinamento e o senso comum.

Outro ponto muito explorado por tais proposições é o fato do senso comum tomar decisões mais embasados por crenças do que por conhecimentos de fato. Quando não há conhecimento sobre certo tema, esta precariedade induz ao homem agarrar-se em crenças, assim funciona o ser humano e em qualquer época.

Portanto estas proposições acabam fazendo sucesso também por aproveitarem-se de crenças comuns gestadas em outros tempos e cujos mecanismos não são percebidos pela maioria. Ora, se o fenômeno esotérico ganhou fôlego á partir dos anos 60 gerando uma miríade de crenças quânticas populares a respeito do homem e suas relações com o ambiente que o cerca, por quê não aproveitarmos esta onda e criarmos um treinamento de líderes que tenha eco, redundância, com as crenças contemporâneas, vendendo o que se quer comprar? Bingo !!! Está é a fórmula do sucesso. Tudo é mais ou menos vendido no atacado e sem muito controle de suas fontes, entretanto encontram guarida em boa parte do senso comum e, mais uma vêz, o faturamento está garantido amparado pela precariedade de quem o garante.

Já aqueles que estudam, vão a fundo e procuram alicerces sólidos, ou seja a minoria, não fazem parte deste público, pois não tem tais precariedades. Tudo bem, pois não fazem falta aos negócios de quem se propõe à venda de uma solução quântica para a vida, suas relações e suas necessidades. Seja emagrecimento, terapia, sucesso ou liderança. O mercado a que se destina estas proposições, é um mercado precário mesmo, não tenha dúvidas disto e você não precisa fazer parte dele.

Não vemos este posicionamento como uma opção a ser escolhida pela TrainerBr, mas o único razoável no momento. Se algo novo, concreto, de fontes confiáveis e consolidadas acontecer no estudo da liderança e suas nuances e relações, então mudaremos nosso posicionamento por força de fatos e do aprendizado a que nos impomos. Por hora não pretendemos, e nem iremos, vender a liderança no atacado e muito menos uma proposição quântica para nossos estudos e treinamentos. Aceitamos as reflexões pessoais propostas nestas obras, entretanto o repetimos, são reflexões e proposições de cunho pessoal e sem nenhuma ligação óbvia com o estudo da liderança.
Liderança é algo sério para receber este tratamento precipitado (mesmo oportunista em alguns casos). É uma poderosa forma de se relacionar com a vida e com as pessoas e que demanda tempo, estudo, experimentações e ética para que possa surgir em nossas vidas.

Liderança quântica, não é nossa praia.

Vivemos num mundo que enfrenta a ansiedade exacerbada por novidades de um lado, e os produtores do que é fake do outro lado. Não é a toa que um dos problemas contemporâneos e que se tornou um problema público grave, e em nível mundial, são as fake news. Quem acha que o problema do que é fake é somente localizado nas fake news e que é um problema recente, está em pior situação intelectual e de informação do que imagina.

Mantenha seus olhos abertos e vá até as fontes e os alicerces de tudo o que puder e não precisará da liderança quântica, de curas quânticas e nem de motivação quântica. Conhecimentos sólidos e o bom senso lhe serão suficientes e, também, serão os melhores motivadores que poderá encontrar em sua vida.

Abraços e bons negócios.

 

Fonte da Matéria : TrainerBr

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