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O Método Indutivo – Curso de Liderança


A escolha do método indutivo para o curso de liderança.

Pergunta enviada em 08/01/18:

Há estudos neurocientíficos que, de alguma forma, contribuem e corroboram a compreensão da liderança. Por quê vocês fazem poucas menções a estes estudos ou, simplesmente, não mencionam mesmo as constatações científicas?

Já fomos indagados, em algum momento do passado, sobre esta questão.

Permeamos nosso curso de liderança com algumas destas constatações científicas, porém não as priorizamos em nosso mkt ou na discussão e apresentação dos conteúdos programáticos. Há razões para isto. Vamos respondê-lo através do comparativo com algumas constatações práticas e depois desenvolveremos melhor sobre o tema e, ao mesmo tempo, respondendo sua pergunta.

As constatações são:

  • Pessoas sabem que fumar faz mal, no entanto continuam fumando.
  • Obesos sabem que pizza, açúcar e sedentarismos engordam, e continuam comendo pizza e açucares em quantidades pantagruélicas, e continuam sedentários.
  • É senso comum que corrupção é um arrasa-nações, no entanto o que mais vemos em nossos dias são escândalos de corrupção em todos os níveis da sociedade (não só na política), neste momento a bola da vêz é o Brasil.
  • Pessoas sabem que excesso de velocidade as colocam sob graves riscos, juntamente com todas as pessoas a sua volta, no entanto se não colocarmos radares nas rodovias e avenidas teremos um drástico aumento dos acidentes e mortes por excesso de velocidade.

E outras constatações que, sem muito esforço poderá perceber no cotidiano.

Todas estas afirmações são, fácilmente, observáveis, aferíveis e reais. São científicas.
A pergunta é, por quê a afirmação científica não é suficiente para fazer com que pessoas mudem seus comportamentos ou se conscientizem de algo?
Não pretendemos responder esta questão, aqui neste fórum (deixaremos para outra publicação), mas traçamos o paralelo racional que justifica nosso posicionamento quanto aos nossos portfólios, que são a estrutura máter do nosso treinamento empresarial, e este paralelo mostra que:

Uma observação científica não é o suficiente para fazer com que seres humanos (ou grande parte dos seres humanos) mudem de comportamento. Fato observável, muito incômodo, mas observável.
Se assim fosse, se ocorresse uma sensibilização nas pessoas, e que fosse imediata, por exposição de dados científicos não teríamos mais fumantes, nem obesos, nem corruptos e muito menos motoristas levianos e irresponsáveis. Isto nos leva à uma primeira reflexão: O que sensibiliza o ser humano mais do que suas próprias constatações, fruto de suas próprias reflexões?

Interessante, não acha?

 

Métodos Indutivos – Curso de Liderança.

Por esta razão escolhemos um caminho indutivo (explicaremos melhor abaixo), ao invés da exemplificação de informações, reconhecidamente, científicas para corroborar uma outra afirmativa, que seria sua natural consequência.
Este recurso é estritamente lógico entretanto mentes humanas não funcionam com lógicas terceirizadas, só funcionam com a própria lógica e evitamos este método. Claro que uma lógica externa e submetida a apreciação da mente humana, irá influenciá-la, mas somente após suas reflexões e deliberações em torno do tema que tal lógica propôe.

Quando é salutar e apropriado utilizamo-nos de exemplos estritamente científicos, entretanto não são a tônica de nosso treinamento de liderança e nem de nosso método como empresa de treinamento.
O método indutivo vem de épocas antigas (pesquise Sócrates e Maiêutica) e tem se mostrado ao longo do tempo como uma forma eficaz de ensinar pessoas a pensarem.

Saber pensar !! Este é o segredo das mudanças e das inovações.

Julgamos que o desfile de informações científicas diante dos trainees seria uma enorme perda de tempo (nossa e dos trainees), uma vêz que informações científicas estão fartamente disponíveis a todos que queiram pesquisá-la. Se adotássemos este caminho, não passaríamos de bibliotecários a disposição dos trainees, ou passadores de informações dentro de uma estrutura lógica com a finalidade da instrumentalização de seus comportamentos.

Claro que esta é uma proposição exagerada mas, grosso modo e mesmo sendo boas as intenções, não seria muito diferente disto. Depois de todas estas informações transmitidas, quem fumaria continuaria fumando. Quem correria com seus automóveis, continuariam correndo. Os corruptos continuariam corruptos. Os sedentários continuariam sedentários.
Claro que poderia sensibilizar uma mente ou outra, mas de forma geral a eficácia do método é baixa.

O mesmo fazemos com nossa palestra de liderança, evitamos a exposição exacerbada de dados científicos que, facilmente, os palestrados poderiam pesquisar numa rápida visita na rede, uma biblioteca virtual ou algum autor científico contemporâneo. Induzimos pessoas a pensarem, a procurarem em si mesmas os sentidos e significados para fazerem o que fazem, como fazem, por quê fazem e quais possibilidades futuras poderão ter se mudarem a si mesmas.

O caminho indutivo (ensinar pessoas a pensarem) é mais difícil? É, muito mais difícil, entretanto muito mais eficaz.

 

Escolha pelo Treinamento in Company.

Esta é uma das razões pela nossa escolha dos formatos e portfólios direcionados para o treinamento in company e não por grandes eventos empresariais ou meios eletrônicos como o EAD, palestras eletrônicas e outras modalidades.
Não reprovamos outros métodos, pois tudo pode ser utilizado para seu devido fim, desde que adequadamente.

Mas por quê mesmo o treinamento in company?

A razão é simples, mas esconde recursos importantes. Estamos no mesmo ambiente, olho no olho e podemos interagir (ideologicamente) com os trainees com muita proximidade (sem um intermediário tecnológico ou de outra natureza). Parece que, com todos os recursos tecnológicos que temos a nossa disposição, o contato pessoal, o calor dos comportamentos e seus significados são melhor captados e melhor percebidos por quem compartilha o mesmo ambiente.

Estimulamos, mais facilmente, os trainees a reagirem a uma informação, provocamos reflexões mais facilmente, as pessoas tem mais espaço para manifestação do que estar olhando para uma tela, o debate pode ser melhor administrado e os resultados são, sempre, mais ricos.
Nosso objetivo não é o convencimento do trainees, mas sua percepção, interpretação e profunda reflexão de seus papéis em relação aos ambientes que compartilham suas vidas, seja privada ou pública.
A dúvida do trainee, sua surpresa na descoberta de uma nova nuance do próprio pensamento (e não uma afirmação científica externa), é nossa matéria prima e o motor do seu desenvolvimento. É uma de nossas convicções inalteráveis.

O treinamento in company é o melhor formato e o terreno mais fértil para desenvolvimentos desta natureza. Esta é a nossa posição e esta foi a nossa escolha.
Outras empresas de treinamento escolheram outros formatos e foram por outros caminhos. Não criticamos nenhuma delas (nem poderíamos pois não somos críticos de outras empresas) e julgamos que o correto é investir na proposição que faz mais sentido ao projeto de treinamento empresarial que cada organização pretende oferecer ao mercado. Nada mais natural. Cada macaco no seu galho.

Até breve.

 

Fonte da Matéria : TrainerBr

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