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Momentos Difíceis da Liderança

Liderança & Momentos Difíceis.

Você é um líder e passa por um momento de dificuldade criativa ou outra dificuldade qualquer, está num momento de tormento e insegurança. Se bobear estará liquidado, sózinho na sua agonia e vai passar pelo colapso da liderança. O sobe e desce de líderes na organização não para.

Trágico não acham?

Esta percepção é mais comum do que imagina. Já fomos inquiridos por diversos líderes organizacionais que passam por estes momentos e expressam sua inquietação e preocupação com situações deste tipo.
É natural este stress, afinal o treinamento de liderança (dos mais comuns e menos preocupados com o elemento humano) ensina que lideranças são inovadoras, criativas, seguras e motivadoras o tempo todo, sem tréguas para fraquezas humanas. É visível que todas as imagens associadas com a liderança de sucesso acabam por desenhar o estereótipo, um modelo a seguir e o que estiver fora do modelo está errado, incompleto e não reflete o comportamento da liderança.

Acontece que um comportamento assim (e o tempo todo) não é humano e como um ser humano qualquer, qualquer liderança está sujeita a passar por momentos de natureza diversa, inesperada e difícil aonde lhe falta a criatividade (ninguém é criativo para tudo) ou até mesmo ânimo (ninguém é animado o tempo todo, nem as crianças que tem todos os motivos para sê-lo). Não adianta para a liderança querer nutrir um comportamento inumano a si própria, irá fatalmente colapsar de alguma forma.

Calma e não se desespere, há saídas para este estado de coisas.

 

Bons líderes se apoiam em boas equipes.

Há uma saída para líderes que estão nestes momentos.

Apóie-se na equipe e não tenha dúvidas que, se ajudou a sua equipe a se desenvolver, ela irá ampará-lo num momento de crise e ajudá-lo a superá-la.
É a equipe dando de volta para o líder, na forma de apoio e suporte (num momento difícil para o líder) toda a ajuda e desenvolvimento que o líder proporcionou para o time durante seus anos de convívio. Quando isto acontece, o líder supera a crise (apoiado pela equipe), sai do outro lado fortalecido e a equipe mais madura, mais comprometida e animada pela superação de uma situação diversa. É o resultado de uma construção sutilíssima, inteligente e estratégica de bons líderes.

Passamos por tudo isto, superamos momentos difíceis, aqui estamos bem novamente e gozando de um bom momento. Quem não gosta de sentir isto?

Agora, se um indivíduo nunca ajudou a sua equipe a se desenvolver pra valer, é porquê nunca foi um líder. Pode até estar no comando, mas não é líder, apenas é o hierarquicamente mais forte ou o hierarquicamente escolhido por razões quaisquer. A própria equipe não o considera líder, entretanto acaba respeitando a hierarquia (não a pessoa) para evitar danos próprios ou reações indesejadas da hierarquia.

Muitas empresas de treinamento evitam tocar nesta questão por mera falta de expediente para lidar com o tema, uma vêz que as relações humanas são complexas e para lidar com elas é exigido alguma sofisticação e no ambiente empresarial estas fraquezas (apesar de serem tão humanas) não são bem vistas.
O resumo é mais ou menos: líderes e liderados são esteios naturais uns dos outros. Lideranças que se desenvolvem são as que desenvolvem suas equipes e dão suporte para estas quando as próprias equipes passam por momentos de crises, seja de criatividade ou outra crise qualquer.

O caminho inverso também é verdadeiro, as boas equipes apoiam seus líderes. Líderes não são super-homens e nem estão no seu melhor momento o tempo todo. São apenas homens e, em algum momento, podem passar por contingências ou dificuldades inesperadas na vida corporativa que qualquer um está, naturalmente, sujeito. Neste momento a equipe faz toda a diferença e torna-se o esteio da liderança.
A vida corporativa não é fácil, é cheia de demandas, contingências e surpresas. Num mundo em mudanças como o que vivemos, é menos fácil ainda. Situações mudam o tempo todo e temos de estar atentos e prontos para elas.

Equipes prontas para apoiar seus líderes e líderes prontos para apoiar suas equipes é o que faz a diferença em qualquer situação, quem dirá em momentos de crises?

Abordagem sob a ótica do Treinamento Empresarial.

Sob a ótica do treinamento empresarial, ainda vemos muitas empresas de treinamento numa proposição comportamental que turbina ou pôe uma pilha (como se diz na gíria comum) de espectro emocional procurando dar para a liderança uma abordagem motivacional constante, ininterrupta e sempre ascendente em seus comportamentos e em suas atividades.
Acontece que estas iniciativas são de curta duração, justamente por sermos humanos. Humanos variam para mais e para menos. Para cima e para baixo. Para estados de ânimo e estados de desânimo. Para estados criativos e estados pouco criativos. Inevitávelmente humano, assim é a vida e quem achar que não é, por favor nos dê a fórmula alquímica que muda este estado de coisas, ainda não achamos e nunca conhecemos ninguém que a tenha achado.

Assim como ninguém é “pilhado” o tempo todo, também ninguém é “desmotivado” o tempo todo.

Proposições desta natureza, são proposições desumanizadas da liderança e que acabam tendo um efeito colateral também ruim nos liderados e este efeito é a percepção (dos liderados) que ao contemplarem um líder numa dificuldade qualquer, acabam enxergando-o como um líder fraco. Uma percepção culturalmente distorcida e que elimina do relacionamento líderes e liderados o que há de mais importante, nossa humanidade que demanda apoio um dos outros para que algo bem sucedido possa realmente acontecer num ambiente compartilhado. A organização é um ambiente compartilhado?
Isto acontece porquê, também liderados, tem a percepção de que líderes são os criativos, motivados e pilhados o tempo todo (aprenderam isto) e se não reproduzirem este comportamento o tempo todo é porquê não estão mais aptos a liderarem. Este é o comportamento natural de times fracos, desmotivados e despreparados que, ao invés de assumirem suas responsabilidades perante o coletivo, sempre estão esperando por líderes fortes e que nunca vacilam, ou seja, líderes desumanizados. Times fracos e despreparados não assumem responsabilidades e sempre estão esperando por um líder (sempre forte e preparado o tempo todo – desumano) que as assumam em seu lugar. Ao vislumbrarem qualquer fraqueza da liderança, tratam logo de procurar outro líder ou pulam do barco.

Percebe-se então que líderes que apoiam e desenvolvem suas equipes acabam por fortalecê-las e os benefícios desta postura, madura, das lideranças é que todos colhem seus frutos. Por outro lado, um líder que não desenvolveu sua equipe pode esperar o que dela?
Times fortes e preparados dão suporte a líderes fortes e preparados. Times fracos não dão suporte a líder nenhum, nem aos líderes fortes e nem aos líderes fracos.

Quando o time vacila um líder forte o tráz de volta aos eixos já ao passo que quando é o líder quem vacila, um time forte é quem o ajuda a voltar aos eixos. Uma relação de benefícios e desenvolvimento mútuos que, sabemos, exige alguma sofisticação das lideranças e uma boa preparação e contingenciamento adequado dos liderados.
Não é impossível, pelo contrário é bem possível e se observarmos alguns times já amadurecidos, funcionam assim mesmo. Líderes sendo o esteio dos liderados e os liderados sendo o esteio dos líderes.

Uma conta inteligente e de soma sempre positiva.

Boas lideranças demandam tempo.

Sabemos que não é fácil, demanda tempo, requer esforços e muita construção o desenvolvimento de pessoas em uma equipe robusta, madura e capacitada.
Boas lideranças e boas equipes não acontecem da noite para o dia e nem com data marcada.
É uma construção diária, constante, quase uma filosofia de vida, um modo de agir e um modo de se encontrar com as demandas da vida em coletividade, seja ela uma coletividade corporativa (organizacional) ou não.

Entretanto, imagine o quão maior é o desgaste de ficar administrando uma equipe que não se desenvolve (ou pouco se desenvolve) com uma liderança que não pode falhar nunca? E pior, ao primeiro sinal de dificuldade da liderança acontece a famosa debandada de elementos do time, ou seja a liderança não pode contar com a equipe.

Qual das duas situações leva ao menor esforço, para não dizer desgaste?

Concluímos, facilmente, que o treinamento e desenvolvimento de equipes representa a longevidade da liderança, bem como a longevidade do próprio time. O contrário é verdadeiro, ou seja o não desenvolver equipes resulta no enfraquecimento da liderança até o seu colapso.
Esta é uma diferença fundamental entre simplesmente se estar no comando (na posição determinística da hierarquia) e se estar na liderança (na posição de elemento que desenvolve o time).
O treinamento de liderança, em seus estágios avançados, nos mostra que na primeira situação quando o comando se enfraquece acontece também o enfraquecimento natural da hierarquia. Como resultado final o colapso da posição de comando e a desintegração dos comandados como coletividade.
No segundo caso acontece ao contrário, quando a liderança enfraquece, o time assume suas responsabilidades e restaura a liderança que sempre o ajudou e como resultado final a recomposição da liderança e o amadurecimento dos liderados.
Nossa melhor orientação, diante do exposto acima é:

Desenvolva e fortaleça seu time nos momentos em que ele tiver dificuldades para a realização de algo (corporativo ou não). Quando você (líder) precisar dele, certamente ele estará lá para tirá-lo de suas dificuldades.

Abraço e Bons Negócios.

 

Fonte da Matéria : TrainerBr

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